Autoconhecimento: sobre ser verdadeiro consigo mesmo

Sei que o exercício do autoconhecimento sugere uma reflexão bastante aprofundada acerca de inúmeros aspectos, ou melhor, de todos os aspectos da nossa vida.

Mas, como não dá pra falar de tudo em um texto só, hoje resolvi abordar uma “gotinha” desse oceano todo que é a nossa experiência na Terra: a integridade de nossas ações e o quanto podemos estar desperdiçando vida com a falta dela.

A inspiração pra esse texto veio justamente quando percebi o quanto a gente deixa de ser íntegro e experimentar uma vida mais plena por simplesmente não expressar, vivenciar e por vezes nem mesmo saber identificar qual é a verdade que carregamos.

A vida toda pensei que ser íntegro significasse ser uma pessoa correta e justa “mesmo quando ninguém está olhando” e, segundo minha concepção cristã, seguir o cristianismo e tudo que estava na bíblia.

Depois entendi que, na realidade mesmo, ser íntegro é ser por inteiro verdadeiro consigo mesmo. Isso não significa necessariamente ser correto com um sistema de crenças social ou religioso, por exemplo.

A dificuldade em “ouvir” essa verdade é, penso eu, porque temos o péssimo hábito de analisar demais as coisas, racionalizar tudo e aí aquela voz da intuição que vem da nossa essência divina e costuma falar baixinho, fica ainda mais sufocada e, quando a gente vai ver, já tá vivendo no piloto automático, geralmente programado para agradar outras pessoas.

Quantos elogios não dados, outros forçados, eventos totalmente dispensáveis que se tornaram obrigatórios – porque é assim e todo mundo faz, todo mundo precisa ir. #sqn

Esses dias vi um vídeo intitulado“não seja Joana” no YouTube, onde um rapaz chamado Diego Queiroz conta a história de um amor falsamente correspondido, onde uma pessoa gerou um interesse em outra (a Joana), mesmo sabendo que não seria capaz de viver um romance duradouro com ela. Por quê?

Talvez por carência ou simplesmente por curtir aquela sensação de ser especial para alguém, por medo ou preguiça de encarar a realidade, mesmo sabendo que seu sentimento não era tão recíproco assim e que Joana poderia sofrer futuramente como isso.

Alguém se identifica? rs Tenho certeza que esse tipo de coisa é mais comum que meme do Neymar no facebook! hehe

A outra face da moeda também vale, quantas vezes não temos medo de dizer SIM!? Sim, eu amo você. Sim, você tem razão. Sim, eu errei. Sim, como você é linda (o).

A gente é bem esquisito mesmo, adora se sacrificar pra fazer algo que nem está tão a fim só por uma questão de status – seja ter razão ou alguém pra te elogiar e, por outro lado, deixa de expressar coisas boas e verdadeiras por conta de um medo bobo, bem como o nosso ego limitado.

Eu comecei a mudar quando parei para me observar mais, inclusive contei mais num post específico sobre meditação. Experimente  fazer um teste e passe a observar seus sentimentos o máximo que puder, o tempo inteiro.

Pare e olhe pra dentro de si e escute essa sabedoria divina que mora aí dentro. Será que a forma que a gente vive é condizente com essa voz? Se não, o que impede?

Quanto mais verdade tiver o que fazemos, seja no trabalho, família ou amizades, mais impacto e resultados positivos também. Tudo flui com mais facilidade.

Posso dizer que sou uma prova de que ouvir mais a voz do coração resulta em fazer mais daquilo que nos dá alegria e, no mínimo, a vida fica mais leve e prazerosa.

Li uma frase por aí de um de autor desconhecido que diz: “assim como a falsidade atrai energias negativas, a sinceridade pode contagiar um mundo todo com felicidade”.

Talvez  esse seja o motivo de ter escolhido essa imagem do filme Trolls pra ilustrar o texto, afinal, quem poderia ser mais fofa, verdadeira e feliz que a Poppy?! ❤

 

 

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